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segunda-feira, 5 de novembro de 2018

CONTO ERÓTICO REAL(retirado da net): Ménage com a melhor amiga da esposa

Eu e minha esposa somos um casal jovem, eu Pablo com 36 anos e Michelli com 32 anos, loira, seios gostosos, bunda durinha e buceta raspadinha.
minha mulher loira 1
Temos uma vida sexual muito saudável, adoramos sexo. Este será um de vários momentos de prazer que já tivemos e queremos dividir com vocês. Esperamos realmente que traga desejos a você, ao ler esse conto erotico da mesma forma que nos deu em realizar e relatar com você.
Uma noite destas, eu e ela, combinamos um jantar com um casal de amigos em nossa casa. Enquanto finalizamos os preparos fomos surpreendidos por Carol, a esposa, que chegou primeiro, alegando que o marido, Rui, estaria resolvendo situações do trabalho, mas que logo viria.
Temos o habito de convidar nossos amigos pra jantar conosco, recebemos às vezes até mais de um casal. Sempre colocamos o papo em dia, rimos muito, mas nunca houve nada tendencioso em nossos encontros, até esta noite que iremos relatar.
Carol estava exuberante, um vestido colado que acentuava suas curvas, despertando a curiosidade em ver por debaixo daquela peça de roupa, a olhei de cima a baixo e a gata a elogiou de cara:
amiga gostosa 1
– Que isso hein, assim você mata a gente.
Rimos e foi inevitável pensar nela sem aquele vestido. Servi vinho para elas e me senti muito bem por estar com duas belas mulheres. mesmo que por pouco tempo. Michelli e Carol são amigas de longa data, confidentes, se falam quase todos os dias. São do tipo de amigas que falam de tudo uma a outra.
– Esta malhando neh amiga? Ou vive só lendo conto erotico na internet ainda?
Minha mulher disparou pra safada e, o que poderia virar um papo de academia tomou rumos diferentes. E muito mais interessantes ou excitantes, como queiram. Ela então respondeu prontamente:
– Ah estou, olha minhas pernas! Ganhei mais bumbum também.
E claro, e foi conferir, apalpou de um modo muito safado aquela bunda deliciosa. A safada me olhando de canto de olho e minha vontade era fazer o mesmo, mas me contive, ver as duas se medindo estava me enchendo de tesão.
minha mulher loira 2
Já havia se passado 1 hora e nada do esposo, não sentíamos sua falta, o papo era leve e estávamos cada vez mais entrosados, até que o celular da Carol toca e Rui avisa que não vem definitivamente. Notei que a gata não se chateou, parece que até gostou do fato de continuarmos com nossa privacidade. Começamos então a ler um conto erotico enquanto navegávamos aqui mesmo no site. Ler alguns contos pornôs e contos ilustrados aqui no site deixou a esposa ainda mais soltinha.
– Seu marido trabalha demais amiga. – Aposto que com isso vocês não transam como deveriam.
Foram 3 segundos de silencio… Pensei que o comentário havia estragado o clima.
– Não mesmo. Disparou ela. – Você esta olhando pra uma mulher carente de uma boa transa.
Rimos alto e aproveitei a deixa para interagir na conversa:
– Que desperdício.
E a puta completou ainda rindo:
– Não seja por isso. Hoje vamos resolver seu problema.
amiga gostosa 2

Onde toda a nossa boa foda começou

Fiquei estático, não sabia se era uma piada ou ela de fato pretendia transar comigo e sua amiga, louco para que a segunda opção fosse a real.
– Perfeito, além de vinho e massa, terei sexo bom, que mais posso querer? Disse ela.
Parecia um sonho, duas mulheres gostosas, na cozinha, falando em transar depois do jantar, mesmo que não acontecesse, o tesão de ouvir aquilo já valeria a noite. Jantamos e notei que as duas mais bebiam que comiam.
Michelli ora colocava as mãos na perna, virilha, sentindo o volume dentro da calça, ora massageava as pernas desnudas de da putinha, que cada vez mais relaxada já não se importava em ter seu vestido curto cobrindo quase nada, revelando a cor de sua calcinha.
Mudei de lugar e fiquei de frente pras duas, que cena, calcinha preta, minúscula, pernas entre abertas, já mantinha suas mão entre suas coxas de forma permanente, na verdade nem me recordo o assunto que elas falavam, não dava pra me concentrar, o decote generoso da tarada roçava o rosto da sua amiga vadia, que parecia mais embriagada que ela.
– Você já beijou uma mulher? Perguntou a puta do nada.
Michelli riu, mas a vadia insistiu:
– To falando serio..
– Não, nunca e você? Respondeu.
– Também não. Será que é bom? Podemos tentar? O que você acha Pablo?
A resposta foi automática, um sorriso safado no rosto:
– Acho que vocês devem fazer já, não há outro modo de saber.
Mal terminei a frase a duas começaram um beijo de tirar o folego, muita língua, muita força, era vontade pura, da boca pro pescoço foi rápido, pra quem já tinha uma mão nas coxas, era só subir, e ela claro subiu, tive que me aproximar, estava o pau latejando de tesão.
Dei um beijo em cada uma delas, pra ver se havia espaço pra mim naquilo tudo, a resposta foi rápida, senti uma mão no meu pau, era nova putinha, o marido devia estar devendo mesmo, pois apertava meu pau um tesão imenso, excitação ao sentir a vontade daquela mulher me deixava doido.
Comecei a acariciar os seios da carolzinha, deliciosos, naturais porém firmes, grandes, escapando pra fora de seu decote, ficando a mostra para meu deleite e também da Michelli, que ao vê-los não resistiu, deslizou sua boca muito tesão, chupando um de cada vez, sugando, mordiscando os mamilos, babando gostoso.
Carolzinha gemia sem receio e a cada chupada
em seus seios apertava mais tesão o meu pau, que a esta altura estava quase explodindo, ela percebendo, maestria o tirou pra fora começando uma punheta lentamente, olhando pra cara da esposa e perguntando, como quem não precisa de aprovação:
– Vai me deixar mamar essa pica gostosa sozinha? Ou vai se divertir comigo?

Duas mulheres gostosas dividindo o mesmo caralho

Sem mesmo responder a vadia desceu e passou a língua levemente na cabeça do meu pau, era delirante, sua saliva escorreu mas ela a sugou de volta passando a boca pelo meu pau do inicio ao fim, ela não resistiu e começaram a dividi-lo tive que me encostar na pilastra, era tesão demais.
Eu olhava aquelas duas mulheres deliciosas me chupando com voracidade e não acreditava, segurava as duas pelos cabelos, acariciando a nunca e direcionando as mamadas, pedindo pra que babassem muito no meu pau. Ufa esse conto erótico é realmente demais….
Minha esposa safada que só ela, começou a descer devagar sua língua, olhando pra cima, indo em direção ao meu saco, sabendo que isso me deixaria mais doido ainda de tesão. enquanto Carol mamava a pica de modo espetacular, sugando, babando, passava a língua em minhas bolas e virilha, misturando sua saliva a da amiga, que escorria por pica toda.
– Se me fizerem gozar vão ter que tomar tudo. – falei como quem já dominava aquelas safadas.
Carolzinha levantou e tirou o restante de roupas que ainda tinha, ela realmente era demais, corpo lindo, nada sarado demais, tudo na medida, bico dos seios saltando, pedindo pra serem chupados. E foram, não resisti e enquanto uma me chupava maestria, cai de boca naqueles seios deliciosos, mamando sem pressa, olhando nos olhos daquela mulher magnifica que se entregava totalmente a nós dois.
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amiga gostosa 4
Continuei a aventura por aquele corpo delicioso, enquanto mordia levemente seus mamilos, acariciava sue bucetinha lisa e totalmente molhada, tirando meus dedos melados e colocando na boca da esposa, que ai sentir o sabor daquela buceta não resistiu mais e abandonou meu pau dedicando-se apenas em devorar a bucetinha da Carol. Colocamos Ana Carolina em cima de nossa mesa de jantar, de quatro, a bunda bem empinada, de um lado a puta chupava sua buceta, seu cuzinho e do outro a amiga mamava meu pau como uma putinha, gemendo, babando, punhetando, deixando pica toda lambuzada, confesso que fico doido isso.
Michelle subiu em cima da mesa junto sua nova colega e começaram um 69 delicioso, a coleguinha por baixo, enquanto esposa rebolava a bucetinha na boca sua amiga, dava tapinhas na buceta da piranha da companheira, tirando gemidos deliciosos daquela safadinha.
Me aproximei de esposinha, ela segurou meu pau todo melado e começou a roçar a bucetinha da parceira, me olhando uma cara de putinha safada que há muito não via, dizendo:
– Cachorro safado, ta adorando essa putaria não é?
Alternava em roçar a pica e coloca-la inteira em sua boca, repetindo a todo momento:
– Delicia de pica, gosto de buceta, delicia de pica!

Tesão puto duas putas amadoras

Já gemendo de tesão por tudo que acontecia, quase gozei quando a gatinha encaixou meu pau na bucetinha de nova amiga sexual e me puxou pela cintura, fazendo com que meu entrasse de uma só vez naquela bucetinha encharcada.
Caroline que devorava da mesma forma a buceta da esposa gemeu deliciosamente, pedindo como uma putinha pra sentir mais forte, mais rápido e mais fundo pica em sua buceta.
– Mete safado, mete gostoso nessa buceta vai, mete seu cachorro safado, seu puto. – dizia.
Sem me controlar mais, socava tesão naquela mulher deliciosa, olhando pra esposa que sentia o mesmo tesão que eu, percebia pelo seu olhar de safada, um leve sorriso no rosto, vindo em direção pra me beijar a boquinha toda melada de buceta.
Michelle inverteu sua posição, ficando ainda por cima dela, mas agora sua bunda empinada também em direção, a visão era deliciosa, socando uma bucetinha e vendo outra a rebolar na frente esfregando na barriga, e pedindo:
– Me fode cachorro, essa pica é , me fode agora! Me fode como naquele conto erotico que lemos juntos.
Prontamente a atendi, tirando meu pau de uma bucetinha e socando mais tesão ainda em outra, segurando a safada pela cintura a fazendo gemer gostoso, vendo as duas safadas se beijando tesão enquanto alternava em uma buceta e outra.
Depois de um tempo nessa sequencia, me sentei no sofá e pedi pra putona vir cavalgar meu pau como só ela sabe fazer, de costas pra mim, me deixando ver sua bunda deliciosa, porém, algo diferente nessa noite. Enquanto rebolava em meu pau freneticamente, de joelhos em sua frente, mamava seu grelo durinho, salivando muito, me deixando sentir sua boca gostosa as vezes em meu saco.
Quanto mais esposa cavalgava, mais a parceira a sugava, tirando gemidos altos de taradinha, que certamente podiam ser ouvido pelos vizinhos, principalmente ao gozar feito uma doida, meu pau enterrado em sua buceta e sua amiga de tando tempo a te devorar.
Carol ficou tão envolvida a cena que acabara de ver que prontamente substituiu esposa na posição que ocupava, mas agora de frente pra mim, sentando de uma só vez na pica, a engolindo sua buceta extremamente melada.
Essa delicia de mulher quicava em meu pau de uma forma tão brusca, que evidenciava a excitação que a tomava com todo aquele ambiente a que nenhum de nós, até aquele momento, havia presenciado. em dado momento a segurei pela cintura, evitando que fizesse qualquer outro movimento e comecei eu a socar meu pau muito tesão e força na amante puta.
Minha esposa alisando sua buceta melada de seu gozo se posicionou por trás de sua amiga e, antes de abrir sua bunda e enfiar a língua no cuzinho dela, disse:
– Safada, você vai gozar como nunca gozou.
Ela ameaçou olhar pra trás mas foi contida ao sentir a língua devorar seu rabinho, se debruçou mais ainda sobre mim que percebendo o tesão daquela mulher socava ainda mais rápido e a apertava contra o meu corpo.
Me beijou sem coordenação alguma de tanto tesão, gemendo, cravando suas unhas em minhas costas, até atingir o climax e gozar deliciosamente, aquecendo pica seu gozo, que sensação maravilhosa, confesso que quase gozei ao sentir o calor daquela buceta.
Com a respiração ofegante de desejo deslizou ao meu lado, desejando um beijo molhado e a atendi automaticamente, percebendo uma mão puxando pica pra fora de sua bucetinha encharcada. Era a puta da mulher, querendo provar o gosto daquela buceta suculenta e meu pau.
Mamava a pica, esfregando em seu rosto, alternando suas chupadas entre meu pau e a bucetinha da amiga.
– Que delicia de pica, que delicia de buceta. – repetia essas frase de um modo muito safado, mantendo pica inchada de tanto tesão.
Percebi os olhares entre as duas, uma mistura de felicidade e tesão, deviam estar se comunicando apenas pelos pensamentos, imaginei neste momento as loucuras que estas duas poderiam ter feito até então, mesmo dando a entender no inicio dessa transa gostosa e nos 10 anos em que sou casado, que seria a primeira vez de esposa a participar de um menage.
Não deu tempo de pensar mais em nada ao ver as duas se ajoelhando a frente e iniciando um beijo extremamente safado, molhado, despudorado, tendo como recheio o meu pau, fazendo uma espécie de sanduíche, num movimento delicioso, subindo e descendo, entrelaçando suas línguas e salivando demais, o que tornava aqui muito mais excitante.
Michelli esfregava meu pau melado no rosto da companheira e logo em seguida lambia todo aquele melzinho que se formava no rosto da amiga. A quenga retribuía da mesma forma, sugando a língua da esposa, falando putarias uma para a outra.
minha mulher loira 3
– Tava doida por isso né sua safada, você não me engana.
– Mas eu quero mais! – respondeu, colocando meu pau inteiro em sua boca.
Senti a cabeça da pica tocando sua garganta, estava a ponto de gozar, mas ela tirava sua boca aveludada lentamente, deixando uma fita de saliva cair sobre a cabeça do meu. Repetiu isso diversas vezes, enquanto ria, alisando meu saco melado da saliva que caia sobre ele.
De repente a vadia da esposa me olhou de um modo diferente e começou, sem parar de me olhar, a lamber meu saco e virilha muito tesão, segurando a quenga pelo cabelo fazendo movimentos pra cima e pra baixo em direção de pica.
Enquanto esposa me lambia sem parar, a outra fodia pica sua boca, me fazendo gemer de tesão a ponto de explodir num gozo maravilhoso. Não resisti, e enchi aquela boca gostosa meu leite.
As duas, mesmo meu gozo escorrendo na boca, não paravam de me devorar, me fazendo contorcer no sofá, tamanha era a sensação de êxtase, por ter gozado deliciosamente, e por presenciar essas duas safadas se divertindo ao me ver sem controle. Na sequência presenciei um beijo entre as duas que misturava todos os nosso fluídos, saliva, meu leite, o gozo daquelas duas safadas.
Michelli sugeriu um banho a três em nossa banheira de hidromassagem, para darmos continuidade a nossa brincadeira. Todos nos sorrimos e concordamos no ato, mas fomos surpreendidos pelo celular dela era seu marido dizendo que havia resolvido seus afazeres, se desculpando por não ter chegado a tempo, e em tom de brincadeira, aceitaria uma saideira pra finalizar a noite.
Rimos daquilo tudo em uma mistura de frustração por não poder continuar nossa festa, mas felizes pela transa deliciosa que apesar de breve, foi muito intensa e excitante. Nos recompomos rapidamente a espera de Rui, já planejando futuros encontros.
Minha esposa sugeriu que Carol, em momento apropriado, insinuasse a seu marido uma transa diferente, quem sabe entre dois casais. As duas riram de um modo safado até que ouvimos a campainha, era a conclusão de nossa noite deliciosa.
Em breve iremos relatar o que houve em nossa vida sexual a partir dessa experiência, a dois, três ou quatro, aventuras regadas a exibicionismo, teremos o prazer de dividir tudo vocês, muito tesão. Espero que tenham curtido o conto erótico pois em breve teremos mais.





























terça-feira, 19 de dezembro de 2017

CONTO: Marcinha, a empregada vadia



Bom, muitos já me conhecem, mais para quem não me conhece me chamo Patrícia tenho 21 aninhos, sou morena bem clara, peso 55kg, 1,61cm de altura, tenho as coxas delicadas e muito feminina, um bumbum bem empinadinho devido a horas de malhação na academia. Sempre fui uma mulher muito liberal no sexo faço o que me der vontade não tenho limites entre 4 paredes. A história que vou contar aconteceu há pouco mais de 8 meses e mudou a minha vida.
Certo tempo atrás, meu marido e eu estávamos voltando de uma festa, e um motorista bêbado avançou o sinal e bateu no nosso carro e, apesar de sair sem praticamente um arranhão, sofri uma pancada forte na coluna. Teria que ficar um tempo afastada do trabalho e estava proibida pelos médicos de fazer qualquer esforço maior como carregar peso, abaixar-me e etc.
Devido à minha condição provisória, teríamos que contratar uma empregada. Minha mãe sugeriu que contratássemos a filha da empregada dela, mulher de confiança dela trabalhava na casa a anos. Argumentou que a menina estava há tempos procurando emprego sem sucesso. Falei que se ela tivesse metade da competência da Mãe seria contratada imediatamente. Minha mãe me passou o número dela e, por telefone mesmo, combinamos o salário e todos os detalhes.
Na manhã seguinte a menina chegou cedo em nossa casa, e para a minha surpresa a menina era linda, uma coisa de louco. Seu nome era Márcia, menina da pele negra, 22 anos, tinha os cabelos negros, bem cacheados, os lábios eram carnudos, seios grandes e bem redondos, a bunda era coisa de assustar, ela tinha também um piercing delicado no nariz e usava lentes de contato que deixavam seus olhos esverdeados.
Os dias foram correndo e fomos nos tornando amigas, Márcia era muito simpática, divertida e dedicada aos serviços da casa. Não me deixava mover uma palha! Eu dizia que já estava bem melhor. Que após algumas sessões de fisioterapia, já não sentia mais dores e que já não sentia o corpo “travado” como antes. Ela argumentava que mesmo assim os médicos ainda me proibiam de fazer as tarefas domésticas e pegar peso. Eu brincava que iria acabar ficando mimada.
.Eu lhe ensinava a mexer no computador e ela me contava suas aventuras... u ficava fascinada com as histórias, e me identificava com todas elas, porém não contava as minhas (não sei o que ela pensaria, poderia sair dali correndo e contar para sua mãe e assim chegando aos ouvidos de minha mãe, e eu não estava preparada para isso), apesar das histórias delas serem safadinhas eram coisas feitas com o seu namorado, ela nunca falou em traição.
.Num certo fim de semana meu marido teve que viajar a trabalho (Como sabem ele costumava viajar com certa frequência) e Márcia disse que me levaria numa balada. Sempre morri de vontade de ir num baile funk, mais meu marido não gosta.


Márcia me convenceu! Seria nosso segredo! Naquela noite, ela me ajudou a escolher uma roupinha mais ousadas e no meu guarda roupa seria faço encontrar. A balada foi muito boa! Não tinha nada daquela violência que falam na TV e nos jornais. Eu não vi uma briga sequer. Dançamos a noite toda, bebemos várias Ices... Flertamos com uns carinhas, rebolamos de forma provocativa..Foi uma noite inesquecível! Voltei para casa exausta e feliz.


No dia seguinte comentei com Marcinha (a essa altura já estávamos íntimas) que, se ainda havia alguma dúvida quanto à recuperação de minhas costas, já não tinha mais. Eu não senti nem uma dorzinha... Ela perguntou se isso era sinal de sua demissão e eu disse que ainda não. Que um pouco mais de precaução não custava nada. Quando meu marido chegou de viajem eu estava cheia de saudades com um fogo danado e estava sedenta por fazer loucuras na cama...
Mais ele estava com receio de transarmos e isso prejudicar minha coluna, a preocupação foi boa, mais eu queria sexo, foi então que tive uma ideia mais eu precisaria de ajuda, pensei em aproveitar a situação e matar minha curiosidade.
.Fui conversar com Marcinha pensei em abrir o jogo para ela, mais resolvi me segurar um pouco aquele jogo de segredos, me deixava ainda mais excitada. Continuamos conversando, falei que queria seduzir meu marido, na esperança que ela se prontificasse de me ajudar, disse que a havia visto no baile... De como ela era sensual e como os homens não conseguiam tirar os olhos dela... Ela disse que eles me cobiçaram também, disse que nem reparei. Perguntei se ela me ajudava a escolher uma roupa bem safada pra eu usar com meu marido, ela na hora topou fomos para meu quarto, quando chegamos ela falou que quem iria provar as roupas era ela, que era só pra eu escolher (Deixei acontecer pra ver aonde ia chegar) ela foi logo tirando sua roupa para provar alguns de meus modelos, enquanto ficava sentada na beira da cama (Aposto que os amigos leitores adoraria ver aquela morena, quase pelada em sua frente), Fiquei fascinada com seu corpo. Seus seios eram durinhos e apontavam
para o teto. Sua bunda além de ser enorme e empinada, tinha uma leve

penugem loirinha. A mesma penugem loira descia do seu umbigo até a
calcinha. Uma calcinha minúscula, diga-se de passagem...
Eu não fazia nenhuma questão de olhar para o outro lado e ela estava adorando, experimentamos algumas roupas. De vez em quando eu a tocava nas costas, na cintura, etc. com o pretexto de arrumar a roupa. Sei que ela percebeu, e gostou dos meus toques, mas não falou nada. Embora também não tenha demonstrado.
Resolvi a por meu plano em pratica naquele momento, pedi que ela colocasse uma calcinha que estava em minhas mãos, para minha surpresa ela me olhou com uma cara de safada, e eu adorei. Sem nenhuma vergonha ela pegou a calcinha da minha mão, tirou a outra, e confesso que quando vi aquela bucetinha linda, toda depiladinha estremeci, e ela para me provocar ainda mais pediu para que eu desse um nó no lacinho da calcinha para ela. Me ajoelhei e fiz o laço e comecei a passar meus lábios por toda a extensão de sua bunda enorme, senti seus pelinhos arrepiados em minha boca, subi com minha língua por suas costas, eu sentia o tesão exalando dela, a essa altura ela já tinha se entregado a excitação. Eu a deitei sobre a cama com aquela bunda pra cima, abri devagar suas pernas, coloquei a calcinha de lado e coloquei minha língua lentamente dentro de sua buceta quente e toda molhada, ela estremeceu e segurou o lençol da cama, e deu um gemido delicioso. 


Ficamos ali por mais de uma hora, foi incrível.
Naquela mesma noite contei para O Roger, o que havia acontecido e ele ficou muito excitado, pedi para ele ficar preparado que eu faria uma surpresa inesquecível para ele.
No dia seguinte fui conversar com Marcinha, e para meu espanto ela agia como se nada havia acontecido e em disse que sabia da opção de vida sexual eu e meu marido tínhamos, aquilo me deixou sem ação e ao mesmo tempo feliz, por saber que eu não precisava mais esconder meus desejos, e pedi para ela que me ajudasse a realizar uma fantasia erótica (A minha fantasia e dele também, era contratarmos uma prostituta, amarrar o Roger em uma cadeira e eu assistir a sessão de tortura sexual, mais é claro que eu iria participar), expliquei o que eu fantasiava e na hora ela disse que sim.
Então preparei tudo para quando o Roger chegasse em casa, passava das 19:00 horas, quando meu marido chegou em casa, eu estava com uma camisola preta a sua espera, pedi que ele tomasse um banho e vestisse um short bem larguinho. O levei até o quarto e mostrei-lhe uma mesinha onde havia morangos, pêssegos, creme de leite, chantili, champanhe, vinho e bombons de cereja. Vendei seus olhos, coloquei-o sentado numa cadeira no centro do quarto e amarrei suas mãos. Então, com um sinal de mímica, chamei Marcinha que encontrava-se escondida no quarto ao lado.
.Coloquei uma música bem gostosa, peguei um copo de vinho e sentei-me num puff que fica no canto do quarto para assistir o espetáculo. Marcinha estava incrível naquela noite! Estava só de calcinha e sapatos pretos de salto alto e fino. Unhas estilo francesinha, brincos e pulseiras de argola dourados. Que Morena maravilhosa!!! Ela servia os morangos com creme de leite na boquinha do meu marido de forma que sempre sobrava um pouquinho de creme no cantinho da boca. Ela lambia delicadamente o cantinho da boca do safado enquanto deixava os biquinhos de seus seios roçarem em seus braços. Depois servia vinho em sua boca de forma que escorresse pelo seu peito cabeludo. Ela lambia e apertava seu peito, passava as unhas em suas pernas...
Eu assistia a tudo e me tocava com volúpia. Fazia força para não gemer, não queria que ele percebesse que ainda não era eu a serví-lo (embora eu ache que ele já soubesse...). Depois de muito provocá-lo Marcinha montou em seu colo (de frente para ele) e o beijou com extremo desejo. Ela o beijava e rebolava sua buceta em seu pau extremamente duro... Até que não aguentou: abaixou o short dele, puxou a calcinha para o lado e introduziu aquela vara em dura em sua vagina de uma só vez.
Ela cavalgava com gosto! Com seus cotovelos apoiados nos ombros dele, puxa seus cabelos com as mãos e lhe beijava a boca num ritmo frenético. Marcinha e eu gozamos quase ao mesmo tempo.
Não satisfeita ela pegou o champanhe e banhou todo seu corpo. Meu marido lambia seus seios, seus braços, suas mãos... Ela então derramou um pouco de champanhe no rosto de meu marido e começou a lambê-lo... Depois montou novamente em seu colo (agora de costas para ele) e recomeçou a brincadeira. Eu já não me segurava mais! Caminhei até o casal, posicionei-me nas costas de meu marido, puxei-lhe a cabeça para trás e comecei a beijá-lo. Depois desamarrei suas mãos e as levei até os seios de Marcinha.
Meu marido apertava aqueles seios durinhos e mordia a nuca de Marcinha, ela rebolava com graça e volúpia... Posicionei-me na frente de Marcinha, me ajoelhei a comecei a lamber-lhe as pernas, as virilhas... Ora eu lambia seu clitóris, ora lambia o saco do meu marido... Marcinha explodiu novamente em gozo!
Percebendo seu imenso tesão, puxei Marcinha para a cama e a coloquei para lamber minha buceta, ela lambia com gosto. Ora em movimentos circulares com a língua, ora com mordidinhas em meu clitóris. Eu rebolava a buceta na cara de minha vadia com prazer.
Meu marido então tirou a venda dos olhos e deparou-se com a visão da bundinha de Marcinha empinada, pedindo para ser possuída...
Ele então puxou suas pernas de modo a deixá-la de quatro e... Marcinha tentou resistir (essa era a única coisa que ela sempre teve medo de fazer)... mas meu marido não aceitou não como resposta. Lubrificou o cuzinho dela com o champanhe e começou a lhe enfiar a vara sem pena, a mistura de dor e prazer foi um poderoso afrodisíaco...
Quanto mais ela urrava, maior a violência que ele a castigava, aproveitando isso, puxei a cabeça da safada e comecei a esfregar minha buceta melada em seu rosto de forma agressiva. Eu soltava sua cabeça vez por outra para que tomasse fôlego e então a puxava de volta ao meio de minhas pernas enquanto meu marido lhe rasgava por trás... Quando sentiu que já não aguentava mais, meu marido a virou de frente (com a cabeça no meu colo), colocou seu joelhos sobre seus braços de forma a prendê-los e ejaculou seu rosto.
Eu e Roger então nos beijamos longamente. Depois desse dia Marcinha passou a ser tratada como parte da família. Atualmente ela não trabalha mais aqui, mais toda vez que temos uma fantasia erótica é Marcinha que chamamos.
Inclusive ela agora namora com um cara muito gostoso, e que me proporcionou talvez a minha melhor transa de toda a minha vida, mais depois eu conto como meu marido menàge foi enganado, vocês vão adorar.